quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

liberdade

Por vezes quando me levanto, penso será que somos realmente livres? Na minha liberdade e maturidade ouso dizer que a nosso liberdade é bem condicionada porque a verdadeira liberdade radica em Deus.
A nossa liberdade é condicionada pela sociedade, pelo mundo que nos rodeia, agora quem pensa que é completamente livre certamente confunde liberdade com libertinagem que é sinónimo de fazer o que nos dá na "real gana". A maturidade e a responsabilidade são dois apoios que auxiliam a liberdade em que só podemos ser livres, embora condicionados, consciêntes destes "apoios".
A nossa liberdade acaba quando tocamos a liberdade do outro, mas essa mesma liberdade mantem-se porque eu não perco essa mesma liberdade agora entra aqui é o respeito pela pessoa humana, e a forma como usamos essa mesma liberdade é que faz de nós pessoas maduras e consciêntes dessa mesma liberdade que possuímos, não nos podemos esquecer que é o pensamento e a consciência que faz de nós seres humanos.
É impressionante quantas vezes pensamos em nós próprios e ignoramos por completo o outro, algum dia alguém se deparou o tempo que pensamos em nós, o tempo em que estamos centrados em nós mesmos.
é vergonhoso o quão somos egoístas, o quão nos queixamos com uma simples dor de cabeça que não nos lembramos daqueles que estao hospitalizados no hospital em estado de coma, com cancro, com uma luta terrivel entre a vida e a morte.
pensemos que há sempre alguem pior que nós, e sobretudo nós nao somos o centro do mundo, nem tudo tem que girar a nossa volta.

Narcisismo

Narcisismo descreve a característica de personalidade de paixão por si mesmo.
A palavra é derivada da
Mitologia Grega. Narciso era um jovem e belo rapaz que rejeitou a ninfa Eco, que desesperadamente o desejava. Como punição, foi amaldiçoado de forma a apaixonar-se incontrolavelmente por sua própria imagem refletida na água. Incapaz de levar a termos sua paixão, Narciso suicidou-se por afogamento.
Freud acreditava que algum nível de narcisismo constitui uma parte de todos desde o nascimento .
Andrew Morrison afirma que, em adultos, um nível razoável de narcisismo saudável permite que um indivíduo equilibre a percepção de suas necessidades em relação às de outrem.
Em
psicologia e psiquiatria, o narcisismo muito excessivo e o que dificulta o individuo a ter uma vida satisfatória, é reconhecido como um estado patológico e recebe o nome de Transtorno de personalidade narcisista. Indivíduos com o transtorno julgam-se grandiosos e possuem necessidades de admiração e aprovação de outras pessoas em excesso.
Os termos "narcisismo" e "narcisista" são freqüentemente utilizados como pejorativos, denotando vaidade ou egoísmo. Quando aplicado a um grupo social, o conceito tem relação com o conceito de
elitismo.